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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

CADÊ A MINHA MADRINHA MARIA? - ATO UM.



A primeira vez que a vi, eu estava digitando e você agarrada na vassoura varrendo a sala. Você era a única pessoa que entrava na sala que ouvia meus lamentos, minhas aflições. Você sempre me acalmou com seus sábios conselhos! O que as pessoas nunca vão entender é que nos sentíamos como irmãos, daí vem a inveja daqueles fofoqueiros de plantão! Com a Maria não tinha tempo ruim. Se eu lá chegava às 02h da manhã e a convidava para tomar um caldo, ela não pensava duas vezes, e lá íamos nós.



A minha conversa ela já sabia de cor, mas sempre me escutava, e me orientava. Foi um período conturbado em minha vida, logo depois do divórcio. Já comentei algo a respeito na postagem: Solidão e rejeição  são primas irmãs. Como foi bom ter você como minha confidente! Depois da fase ruim passar, Maria continuou sendo minha confidente, coisas corriqueiras do dia-a-dia que eu não podia falar para ninguém, pois não guardariam segredo, sabia que a Maria os guardaria. E assim foi sempre.



É claro que ela também tinha os seus problemas, suas angústias, eu também a ouvia, e na medida do possível também dava conselhos, sempre concordando com ela, estivesse ou não errada, e assim era o seu procedimento comigo, creio que foi isso que me ligou a Maria. Uma amizade verdadeira, sem interesses. Maria foi minha irmã, psicóloga, minha ouvinte, minha conselheira, minha orientadora. Tudo o que nós queremos de uma amizade verdadeira, assim foi Maria durante todo  o tempo em que aqui passou! Mesmo assim, Maria era solitária, não tinha namorado, não tinha ninguém ao seu lado para tocar a vida junto com ela. Eu encontrei a Claudia e me casei novamente, e a Maria foi minha madrinha, no meio de tantos colegas, com tantas posses, minha escolha não podia ser outra que não  Maria qual não tinha nada, era muito humilde, mas com muito caráter, trabalhadora, honesta até o ultimo fio de cabelo, mulher de palavra.



Então eu orava e pedia em minhas orações que ela também encontrasse a sua alma gêmea. E, finalmente, Deus atendeu minhas preces, e deu a Maria o Fábio, homem de valor, trabalhador, de caráter, um verdadeiro gentleman. Senti-me confortado igual a um irmão vendo-a alegre! Seu sorriso ia de uma orelha a outra! Minha irmã finalmente tinha encontrado a felicidade! Mas o destino tinha algo preparado para todos nós! Continua... Até a próxima postagem!

Um comentário:

  1. olá o meu nome e jessica de oliveira conheço a maria aqui em portugal, e digo que ela e um anjo tem dom de Deus a considero como minha amiga,confidente e uma mulher guerreira de sábios conselhos,ja me ajudo, tenho a honra em poder dizer eu conheço a maria!

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